13 de outubro de 2009

Perigo Constante

Em casa, entusiasmo.
Passando pela frente da casa da madrinha, faceirice.
Na primeira parada para entrar na rodovia, apagão.
No trecho alagado do percurso, primeira ultrapassagem.
Menos de um quilômetro adiante, engraçadinho que buzina.
Preferenciais, placas, lombadas, rotatórias, alguém encostado: desespero.
Lombadas incessantes, um pé no freio outro na embreagem, sem reduzir marcha (?).
Quilômetros adiante, mais lombadas, carros, pessoas, placas... Lágrimas nos olhos.
Decisão: amanhã, de ônibus.

Ps. : não, não se arrisque. Passe bem longe de um uno verde meio azul. Ninguém garante.

10 comentários:

Paulinha Fernandes disse...

hahahaha.... graci!
bota pra ferver!!!

Tatiana Lazzarotto disse...

haahah enfim alguém para compartilhar essa sensação comigo.

Michele Mitsue disse...
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Michele Mitsue disse...

Dirijo desde os 18 e ainda continuo com a mesma infeliz sensação "amanhã, de ônibus". Por que temos tanto medo dessa máquina de 4 rodas?

Rubens da Cunha disse...

lindo seu blog...

Lucemary disse...

Rá!
Eu dirijo desde os quinze, aprendi com meu irmão mais novo que tinha treze, e quer saber?
AMO! AMO! AMO! E sou boa nisso!
:D
Odeio piadinhas sobre mulheres ao volante - da mesma forma mulheres que dão motivo pra essas piadinhas. Tem medo? Não dirige, uai: vai de ônibus, e pronto. Nada de dar munição de graça pros piadistas machistas de plantão!
:P
Então, donaGraci, faz favor: perde logo esse medo, descubra as delícias que a liberdade de dirigir (bem) por aí traz, vira 'A' motorista e vai ser feliz nesta highway! Não me envergonhe, mulher!
:D

Tarini disse...
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Michele Matos disse...

Ai meu Deus, já é a terceira blogueira que fala desse medo, será que blogueiras não nasceram para dirigir?
Muito medo de um dia enfrentar isso.
=/

Camila Rufine disse...

Estou morrendo de medo de pegar o carro aqui dos meus hosts para dirigir. Queria pular essa parte da direcao, mas pelo visto nao vai ter jeito. Espero que o seguro deles seja muito, mas muito potente.

Saudades, Graci

P. disse...

Dirigir para mim é igual passar roupas: um mal necessário que eu amo quando tem alguém que faça para mim. Acho chato, tenho bloqueio com baliza, fico tensa, meu senso de direção é precário... mas, pensando bem: é uma liberdade do caramba poder ir até onde a gasolina der, com o vento no rosto e cantando a música preferida bem alto. Aí eu dirijo, me sentindo a Pollyana, aquela que fazia jogo do contente pra tudo.